TUBOS DE COLETA DE TAMPA VERMELHA -sem anticoagulante e TUBOS DE TAMPA ROXA -com anticoagulante EDTA

A coleta pode ser feita tanto à vácuo quanto com seringa. É importante que o sangue coletado no tubo roxo seja invertido algumas vezes após a coleta, para que o sangue se misture com o EDTA e não coagule no tubo. Este tubo com EDTA deve ser congelado em freezer -20ºC, de preferência. Já o tubo de tampa vermelha deve ser centrifugado a 4.000rpm, por 10 minutos, a 4ºC, e o soro  deve ser aliquotado em tubos tipo eppendorfs de 1,5mL, com pelo menos 200 microlitros em cada (um tubo cheio gera uma média de 10 eppendorfs com 200 uL). Essas alíquotas com pouco volume são importantes para que o soro não seja descongelado mais de uma vez, caso seja necessário usá-lo para mais de uma dosagem.

É importante que os eppendorfs sejam bem identificados, de preferência com o nome (ou iniciais) do paciente, data da coleta, e se é pré- ou pós-ECT. Aqui costumamos fazer etiquetas no computador e colá-las nos eppendorfs com fita durex (a escrita no eppendorf com caneta acaba se desfazendo após congelamento e manuseio do tubo).

Os tubos de coleta podem permanecer na geladeira a 4 graus por até 6 horas após a coleta, até serem processados (ou simplesmente congelados, no caso do tubo ser de tampa roxa). As alíquotas de soro devem ser congeladas em freezer -80ºC.

Para o transporte das amostras, é importante que seja feito com gelo seco em uma caixa de isopor, para preservar a baixa temperatura e prevenir o descongelamento (gelo normal não garante).